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  • Feirão Select Auto reúne 20 lojas e mais de 500 veículos' em Sorocaba

    Feirão Select Auto reúne 20 lojas e mais de 500 veículos' em Sorocaba

    Com estrutura montada no Alto da Boa Vista, o Feirão Select Auto reúne 20 lojas selecionadas e mais de 500 veículos para celebrar os 25 anos do Ecossistema Pense Auto…


    Com estrutura montada no Alto da Boa Vista, o Feirão Select Auto reúne 20 lojas selecionadas e mais de 500 veículos para celebrar os 25 anos do Ecossistema Pense Auto
    Styllus Comunicação e Negócios/Divulgação
    De 26 de fevereiro a 01 de março, das 9h às 21h, acontece no Alto da Boa Vista o Feirão Select Auto, evento que reunirá 20 lojas selecionadas de Sorocaba e região, trazendo ao público mais de 500 veículos disponíveis para compra.
    O feirão será realizado em frente à Biblioteca Municipal de Sorocaba, próximo à tradicional Padaria Real – Alto da Boa Vista, ponto de referência do interior paulista. A escolha do local visa oferecer alta visibilidade, fluxo qualificado e acesso facilitado ao público.
    Destaques do evento
    20 lojas selecionadas da cidade e da região;
    Mais de 500 veículos entre seminovos, zero km e categorias especiais;
    Estrutura completa de atendimento e negociação;
    Condições diferenciadas por meio da operação Santander;
    Acesso fácil, fluxo intenso e atendimento durante todo o dia.
    25 anos do Ecossistema Pense Auto
    O feirão integra a comemoração dos 25 anos do Ecossistema Pense Auto, que completa mais de duas décadas e meia de atuação no setor automotivo, com histórico de comunicação especializada, projetos regionais, feirões e ações de grande porte.
    A marca, fundada e liderada por Rita Meligio, consolidou-se pela atuação em diversas frentes de comunicação, eventos e relacionamento com o mercado automotivo, tornando-se referência no interior paulista.
    Triângulo de força: Pense Auto, Santander e lojistas
    O evento é sustentado por um tripé considerado estratégico para o setor:
    Pense Auto, que reúne 25 anos de trajetória e autoridade no segmento;
    Santander, parceiro tradicional, responsável pela operação financeira e condições especiais;
    Os empresários e lojistas participantes, que disponibilizam estoque e estrutura comercial, impulsionando o movimento de negócios na cidade.
    Segundo a organização, a união desses três pilares “fortalece o setor, amplia oportunidades e gera impacto direto no mercado regional”.
    Nova marca Select Auto
    Durante o evento, será apresentado ao mercado o lançamento da nova marca Select Auto, criada para representar oficialmente as lojas selecionadas que participam dos eventos presenciais realizados pelo Ecossistema Pense Auto.
    O lançamento ocorre dentro do feirão, mas não substitui o foco principal do evento, que é a oferta de veículos e a movimentação comercial.
    Serviço – Feirão Select Auto
    Data: 26/02 a 01/03;
    Horário: 9h às 21h;
    Local: Alto da Boa Vista – em frente à Biblioteca Municipal;
    Entrada: Gratuita;
    Realização: STYLLUS Comunicação, Negócios e Eventos;
    Apoio: Santander.


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  • Relator do PL antifacção na Câmara, Derrite detalha mudanças aprovadas pelos deputados

    Relator do PL antifacção na Câmara, Derrite detalha mudanças aprovadas pelos deputados

    Relator do Projeto de Lei antifacção aprovado na noite de terça-feira (24) na Câmara dos Deputados, Guilherme Derrite (PP-SP) detalha ao Estúdio i, da GloboNews, as mudanças no texto que…


    Relator do Projeto de Lei antifacção aprovado na noite de terça-feira (24) na Câmara dos Deputados, Guilherme Derrite (PP-SP) detalha ao Estúdio i, da GloboNews, as mudanças no texto que foi aprovado no Senado e passou por mudanças na Câmara.
    A proposta já havia sido aprovada pela Câmara, mas teve que passar por nova análise dos deputados após alterações feitas pelos senadores. Agora, o texto segue para sanção do presidente Lula (PT).
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    Os pontos de maior polêmica foram retomados por Derrite, como retirada de verba da Polícia Federal e o repasse de parte da arrecadação a estados e municípios, o que foi alvo de críticas do governo federal por afetar a autonomia da PF.
    Veja os principais pontos da proposta aprovada:
    traz a definição de facção criminosa e a coloca como figura central das medidas de enfretamento;
    tipifica condutas que passarão a ser tratadas como crimes de facção criminosa, com penas de 20 a 40 anos de prisão;
    estabelece que a prática de crimes, como integrar, financiar ou comandar facções criminosas, configura fundamento suficiente para a decretação de prisão preventiva;
    determina prazos para as atuações da polícia, do Ministério Público e do Juiz em inquéritos que envolvem facções criminosas;
    amplia os mecanismos de bloqueio de bens e prevê a reversão dos valores dos bens do crime organizado aos fundos federais e estaduais de segurança pública.
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    Segundo Motta, as alterações foram negociadas com o ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington César Lima e Silva, mesmo sem apoio da base do governo.
    Em uma publicação, a Secretaria de Comunicação Social do governo comemorou a aprovação do PL Antifacção, afirmou que o texto fecha possíveis brechas jurídicas que poderiam gerar impunidade para criminosos.
    “O plenário da Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira, 24 de fevereiro, o Projeto de Lei Antifacção, iniciativa do Governo do Brasil que visa fortalecer o enfrentamento às facções criminosas no País. O arcabouço busca garantir criar novos instrumentos legais para o Estado Brasileiro investigar de forma mais célere, asfixiar o braço financeiro das facções e endurecer a responsabilização desses grupos ultraviolentos.”
    Derrite era Secretário de Segurança Pública de São Paulo, governado por Tarcísio de Freitas (Republicanos), ex-ministro de Jair Bolsonaro (PL).
    Caiu nova taxação de Bets
    Em seu parecer, Derrite chegou a acolher mudança do Senado que criava uma contribuição para apostas esportivas, chamadas de Cide-Bets. Mas, em plenário, acolheu uma emenda para a retirada desse dispositivo.
    Segundo cálculos do senador Alessandro Vieira (MDB-SE), que relatou o texto no Senado, essa tributação levaria a uma arrecadação estimada de R$ 30 bilhões ao ano. Os recursos permitiriam o financiamento de ações para a segurança pública e para o sistema prisional.
    Apesar disso, o Centrão insistiu na retirada da tributação das casas de apostas, pedindo votação deste trecho separadamente, o que irritou a base governista. “Estamos caminhando para um erro histórico. Durante a tarde se falou em um acordo. [Mas] o destaque para retirar a tributação das bets está aí”, disse o deputado Lindbergh Farias (PT-RJ).
    O secretário da Segurança Pública de SP, Guilherme Derrite (PL), durante evento na Academia de Polícia Militar do Barro Branco, em 23/05/2025.
    Pablo Jacob/GESP


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    🕒 Publicado em: fevereiro 25, 2026 à40 6:32 pm

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  • Corpos de vítimas de explosão no RJ já estão em Sergipe onde serão sepultados

    Corpos de vítimas de explosão no RJ já estão em Sergipe onde serão sepultados

    Alberdan Santos de Jesus (esquerda) e Antoniel dos Santos Meneses. Arquivo Pessoal Os corpos de dois sergipanos, de 28 e 27 anos, que foram encontrados dentro de um tanque da…


    Alberdan Santos de Jesus (esquerda) e Antoniel dos Santos Meneses.
    Arquivo Pessoal
    Os corpos de dois sergipanos, de 28 e 27 anos, que foram encontrados dentro de um tanque da empresa de distribuição de combustíveis Vibra (antiga base da Petrobras), que explodiu na madrugada do último domingo em Volta Redonda (RJ), foram trazidos para Sergipe no início da tarde desta quarta-feira (25).
    Segundo familiares, o corpo de Olberdan Santos de Jesus, de 28 anos, será velado e sepultado no município de Pirambu (SE). A informação é que ele estava em Volta Redonda há cerca de 4 meses e trabalhava como lixador.
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    O outro homem foi identificado como Antoniel dos Santos Meneses, de 27 anos. De acordo com a família será sepultado no Povoado Sapucaia na cidade de Japaratuba. Ele também havia viajado para o Rio de Janeiro há pouco mais de 4 meses e prestava serviço como encanador.
    Entenda o caso
    Explosão em tanque de combustível deixa três pessoas feridas e outra desaparecida em VR
    Um terceiro homem ficou ferido na explosão ocorrida em um tanque de combustíveis no bairro Vila Americana, por volta de 0h56. Segundo a prefeitura de Volta Redonda, o acidente aconteceu em um tanque da empresa Vibra (antiga base da Petrobras).
    De acordo com a Defesa Civil do Rio de Janeiro, no momento do acidente, o tanque continha, aproximadamente, 350 mil litros de álcool. No local, era realizado um serviço de manutenção com solda.
    O que diz a empresa
    A empresa Vibra comunicou, em nota, que lamenta profundamente o ocorrido e está prestando todo o apoio necessário às famílias das vítimas.
    A Vibra também informou que opera as instalações seguindo rigorosamente a legislação e seguirá cooperando plenamente com todos os órgãos competentes.
    Explosão em tanque de combustível da Vibra deixa jovem gravemente ferido e duas desaparecidas em Volta Redonda
    Adriana Cópio/Secom PMVR


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    🕒 Publicado em: fevereiro 25, 2026 à26 6:32 pm

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  • 'Um Hino à Vida', livro de Gisèle Pelicot sobre abuso sexual orquestrado pelo marido, já é o mais vendido na França

    'Um Hino à Vida', livro de Gisèle Pelicot sobre abuso sexual orquestrado pelo marido, já é o mais vendido na França

    “Estou de pé, sempre de pé.” Gisèle Pelicot conta como refez sua vida depois da violência sexual O livro de Gisèle Pelicot, “Um Hino à Vida”, vendeu mais de 60 mil…


    “Estou de pé, sempre de pé.” Gisèle Pelicot conta como refez sua vida depois da violência sexual
    O livro de Gisèle Pelicot, “Um Hino à Vida”, vendeu mais de 60 mil exemplares na França em apenas uma semana. Publicado em 17 de fevereiro no país, a obra lidera a lista de mais vendidos, segundo sua editora, a Flammarion, nesta quarta-feira (25). 
    A francesa de 73 anos relata na obra os estupros orquestrados por seu ex-marido Dominique com dezenas de homens e o julgamento histórico em Avignon, que a transformou em uma figura internacional na luta contra a violência sexual.
    LEIA MAIS: ‘Meu marido me estuprou e me fez ser estuprada’: Gisèle Pelicot fala dos 10 anos de abuso
    Apoiado por uma forte campanha na mídia, o livro de Gisèle Pelicot e da jornalista Judith Perrignon vendeu 63.574 exemplares de uma tiragem inicial de 150.000, segundo a editora, que baseou seus números em dados da empresa de pesquisa especializada GfK.
    “Estamos satisfeitos. Este é um número muito bom para o lançamento de uma autobiografia”, afirmou a Flammarion, destacando também os excelentes resultados no Reino Unido, Alemanha e Noruega. “Um hino à vida” foi lançado na semana passada em 22 idiomas, incluindo inglês, alemão e espanhol. 
    Após a apresentação em Paris, Gisèle Pélicot embarcou em uma turnê internacional. No Reino Unido, ela foi recebida na segunda-feira, na Clarence House, pela rainha Camilla, que se declarou “sem palavras” e “chocada” após ler o relato em apenas dois dias.
    Além disso, atrizes renomadas como Kate Winslet e Kristin Scott Thomas participaram de leituras públicas de trechos da obra em Londres.
    Sua turnê a levará à Alemanha, depois à Espanha no início de março, antes da Itália, Canadá e Nova York.
    No Brasil, o livro foi lançado pela editora Companhia das Letras na segunda-feira (23), com tradução de Julia da Rosa Simões e o subtítulo “A história de Gisèle Pelicot, a mulher que enfrentou o marido e expôs um dos casos mais chocantes de abuso na França”. 
    A autobiografia narra a impressionante e dolorosa trajetória de Gisèle, que em 2024 chocou o mundo ao renunciar ao anonimato para enfrentar publicamente o ex-marido, Dominique Pelicot – que a drogava sistematicamente para permitir que estranhos a violentassem enquanto estava inconsciente – e mais de cinquenta homens acusados de estupro.
    No livro Gisèle compartilha sua vida desde a infância, passando pelo casamento e o momento devastador da descoberta do crime, até o histórico julgamento em Avignon. O objetivo da publicação, segundo a autora, é transformar sua dor em uma mensagem de esperança e empoderamento feminino, incentivando outras vítimas a recuperarem sua própria voz.
    Gisele Pelicot
    Reprodução/TV Globo


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    🕒 Publicado em: fevereiro 25, 2026 à39 6:29 pm

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  • Flávio Bolsonaro anuncia Carlos e Carol De Toni como pré-candidatos do PL ao Senado por SC

    Flávio Bolsonaro anuncia Carlos e Carol De Toni como pré-candidatos do PL ao Senado por SC

    Caroline de Toni e Carlos Bolsonaro PL Mulher/Arquivo Estadão Carlos Bolsonaro e Carol De Toni devem compor a chapa do PL ao Senado por Santa Catarina, confirmou nesta quarta-feira (25)…


    Caroline de Toni e Carlos Bolsonaro
    PL Mulher/Arquivo Estadão
    Carlos Bolsonaro e Carol De Toni devem compor a chapa do PL ao Senado por Santa Catarina, confirmou nesta quarta-feira (25) Flávio Bolsonaro, pré-candidato do partido à Presidência da República.
    O anúncio foi durante entrevista coletiva em Brasília e pode ser o desfecho disputa interna da legenda no estado que, nas últimas semanas, envolveu racha entre aliados e a ameaça de De Toni de deixar o partido.
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    “O governador Jorginho é o candidato à reeleição, e os nossos dois pré-candidatos ao Senado são a Caroline De Toni e o Carlos Bolsonaro”, disse Flávio Bolsonaro.
    Ânderson Silva traz o cenário dos pré-candidatos ao senado por Santa Catarina
    VÍDEOS: mais assistidos do g1 SC nos últimos 7 dias


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    🕒 Publicado em: fevereiro 25, 2026 à52 6:28 pm

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  • Como seria a cidade que 'cresce sozinha', que Elon Musk planeja instalar na Lua?

    Como seria a cidade que 'cresce sozinha', que Elon Musk planeja instalar na Lua?

    SpaceX quer abastecer Starship no espaço para missões a Marte Uma “cidade que cresce sozinha” na Lua e poderia ser construída em menos de 10 anos é o novo plano…


    SpaceX quer abastecer Starship no espaço para missões a Marte
    Uma “cidade que cresce sozinha” na Lua e poderia ser construída em menos de 10 anos é o novo plano revelado recentemente por Elon Musk.
    O dono do X (antigo Twitter), da Tesla e da SpaceX — e a pessoa mais rica do mundo — declarou em postagem recente, com mais de 40 milhões de visualizações, que a SpaceX mudou de foco para construir uma cidade na Lua, em vez de Marte.
    Mas por que Musk mudou de ideia? E o que sabemos sobre a cidade lunar “que cresce sozinha”?
    Lua x Marte
    Ainda não há um plano formal, totalmente detalhado, com plantas para a cidade que cresce sozinha. Esta é uma visão compartilhada por Musk na sua plataforma de rede social.
    Ele descreveu a formação de um assentamento humano que poderá se expandir gradualmente, usando recursos lunares, graças a lançamentos mais frequentes em direção à Lua.
    Na sua postagem, Musk declarou que este objetivo poderá ser atingido em “menos de 10 anos, enquanto Marte levaria 20 anos ou mais”.
    “A missão da SpaceX permanece a mesma: levar a consciência e a vida como a conhecemos até as estrelas”, segundo ele.
    Musk explicou que só é possível viajar para Marte quando os “planetas se alinham, a cada 26 meses (tempo de viagem de seis meses)”.
    Por outro lado, ele destacou que “podemos lançar foguetes para a Lua a cada 10 dias (tempo de viagem de dois dias). Isso significa que podemos agir com muito mais rapidez para estabelecer uma cidade na Lua do que em Marte.”
    A missão da SpaceX continua sendo realizar a antiga ambição de Musk de construir uma cidade em Marte e a empresa “começará a fazê-lo em cerca de cinco a sete anos”, escreveu ele no X. “Mas a principal prioridade é garantir o futuro da civilização e a Lua é mais rápida.”
    Por que é tão difícil para humanos chegar a Marte
    ‘Nuke Mars’: a camiseta de Elon Musk que sugere ataque nuclear a Marte
    Como funciona um data center? E por que ele pode consumir tanta energia e água?
    Em postagem no X, Elon Musk explicou por que a SpaceX mudou de foco para construir uma cidade na Lua e não em Marte
    Reuters via BBC
    Os admiradores e seguidores de Musk criaram e compartilharam rapidamente projetos de qual poderia ser a aparência dessa cidade na Lua. Alguns deles usaram a ferramenta de IA de Musk, chamada Grok.
    Os comentários de Musk vão de encontro a uma reportagem publicada no início de fevereiro pelo The Wall Street Journal.
    Segundo a notícia, a SpaceX declarou aos investidores que iria priorizar as missões para a Lua e tentar uma viagem para Marte posteriormente. E que seu pouso lunar não tripulado está programado para março de 2027.
    Esta mudança contradiz o antigo foco de Musk em Marte como o principal destino da SpaceX. Até o ano passado, ele dizia que a empresa planejava lançar uma missão não tripulada para o planeta vermelho até o final de 2026.
    “Não, nós vamos direto para Marte. A Lua é uma distração”, declarou Musk em janeiro de 2025, em resposta a uma postagem no X.
    Elon Musk tem um longo histórico de estabelecer cronogramas ambiciosos para projetos como veículos elétricos e tecnologia de direção autônoma, que deixaram repetidamente de se materializar no prazo pretendido.
    Como fazer
    O professor de aplicações, exploração e instrumentação espacial Sungwoo Lim, da Universidade de Surrey, no Reino Unido, descreve o plano da SpaceX, de construir uma base na Lua, como “ambicioso”, mas não como “ficção científica”.
    “A ideia básica — usar o solo da Lua para produzir oxigênio, água e material de construção — se baseia em processos industriais que já usamos na Terra”, declarou ele à BBC. “Teoricamente, pode ser feito.”
    Mas Lim explica que o desafio é se esses sistemas podem operar de forma confiável no rigoroso ambiente lunar, que inclui temperaturas extremas, poeira fina, baixa gravidade e escassez de energia.
    “Eles ainda precisam ser testados adequadamente na superfície lunar antes de podermos empregá-los”, destaca ele.
    Lim observa que as agências espaciais governamentais tendem a se mover “cautelosamente” porque dependem de fundos públicos e longos ciclos políticos, que “limitam a rapidez do teste de novas ideias”.
    Já a SpaceX, segundo ele, “opera de forma diferente”.
    “Se o seu novo sistema de foguetes funcionar conforme o planejado, ele poderá enviar equipamento para a Lua com mais frequência e a custo mais baixo, acelerando o processo.”
    Lançamento da Starship, da SpaceX, em maio de 2025
    Reprodução
    Ugur Guven, diretor do Centro de Estudos de Energia e Aeroespaciais da Universidade GD Goenka, na Índia, afirma que a Lua também oferece uma vantagem importante em relação a Marte para os primeiros assentamentos humanos fora da Terra: o rápido reabastecimento e resposta a emergências.
    “Se algo der errado e você tiver um habitat ali, poderá enviar rapidamente uma missão de acompanhamento”, explicou ele à BBC. Ele destaca que a viagem da Terra à Lua normalmente leva “de dois a três dias”.
    Apesar disso, Lim alerta que uma “verdadeira cidade lunar autossustentável” ainda é um objetivo distante.
    “Cultivar alimentos sem trazer nutrientes da Terra, criando um sistema fechado onde tudo é reciclado, é muito mais complexo”, afirma ele. “Isso provavelmente irá levar décadas.”
    “Por isso, a visão é possível, mas acontecerá paulatinamente, não tudo de uma vez.”
    Os Estados Unidos travam uma corrida contra a China para levar seres humanos para a Lua ainda nesta década
    Reuters via BBC
    O professor de ciências da Terra e engenharia civil e ambiental Clive Neal, da Universidade Notre Dame em Indiana, nos Estados Unidos, pesquisa a exploração lunar por seres humanos e é da mesma opinião.
    “Até realizarmos uma campanha abrangente de prospecção de recursos, que demonstre que existem na Lua recursos que podem ser extraídos de forma econômica, não teremos ideia de onde construir uma cidade ‘que cresce sozinha’, sem recursos acessíveis para extração”, explicou ele à BBC.
    Lim acredita ser “realista” que um “pequeno posto avançado lunar” possa começar a produzir parte do seu próprio oxigênio e, possivelmente, extrair água nos próximos 10 anos.
    “Seria um avanço importante”, afirma ele.
    O ex-astronauta da Nasa Jeffrey Hoffman, hoje professor de aeronáutica e astronáutica do Instituto de Tecnologia de Massachusetts, nos Estados Unidos (MIT, na sigla em inglês), defende que “podemos gerenciar o fornecimento logístico para uma base lunar agora” se a SpaceX e a Blue Origin (a empresa de tecnologia do fundador da Amazon, Jeff Bezos) desenvolverem módulos lunares com sucesso.
    “Mas Marte ainda está muito distante”, disse ele à BBC.
    Para Hoffman, a experiência obtida com a construção de habitats lunares sustentáveis poderá ser eventualmente aplicada ao estabelecimento de uma base em Marte.
    Guven concorda e acrescenta que, quando a base na Lua estiver estabelecida, ficará muito mais fácil chegar a Marte, pois o nosso satélite poderá servir de “trampolim”.
    Aumento da concorrência
    Os comentários de Elon Musk vieram em um momento em que os Estados Unidos enfrentam aumento da concorrência chinesa pelo retorno dos seres humanos à Lua nesta década.
    A última vez em que pusemos os pés na superfície lunar foi em 1972, durante a missão Apollo 17, da Nasa.
    Musk anunciou recentemente que a SpaceX adquiriu a empresa de inteligência artificial também chefiada por ele, a startup xAI. O negócio avaliou a empresa de satélites e foguetes em US$ 1 trilhão (cerca de R$ 5,16 trilhões) e a firma de IA em US$ 250 bilhões (cerca de R$ 1,29 trilhão).
    O anúncio poderá também vir em apoio à sua ambição de instalar centros de dados no espaço, que lidariam com grandes volumes de computação de IA, segundo a correspondente da BBC em Nova York, nos Estados Unidos, Michelle Fleury.
    Satélites gigantes e superchips: como serão os data centers no espaço?
    Imagem de conceito da Starcloud mostra como poderá ser futuro data center no espaço
    Divulgação/Starcloud
    Musk é o maior acionista da SpaceX e vem agilizando seus negócios, frente a uma possível entrada na bolsa de valores. Ele estaria considerando abrir o capital da empresa, segundo Fleury.
    Esta decisão poderá levantar até US$ 50 bilhões (cerca de R$ 258 bilhões), naquela que talvez venha a ser a maior oferta pública de ações da história.
    Em janeiro, Musk anunciou planos de colocar um milhão de centros de dados no espaço. Ele espera que este programa ajude a atender à demanda cada vez maior de instalações na Terra, gerada pelo aumento do uso da IA.
    Mas alguns especialistas permanecem céticos. Eles destacam que um dos principais desafios é a falta de ar no vácuo espacial para resfriar unidades de processamento gráfico. Elas desempenham papel importante nas tarefas de IA e no uso intensivo de dados.
    No início de fevereiro, Musk declarou no X, em resposta a um usuário, que a Nasa teria menos de 5% da receita da SpaceX este ano.
    A SpaceX é uma das principais contratadas do programa lunar Artemis, da Nasa, cuja missão é levar astronautas para pousar na Lua.


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    🕒 Publicado em: fevereiro 25, 2026 à51 5:00 am

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  • Competitividade e diversificação: o que indústria calçadista brasileira espera do acordo UE-Mercosul

    Competitividade e diversificação: o que indústria calçadista brasileira espera do acordo UE-Mercosul

    Acordo UE-Mercosul deve alavancar setor calçadista brasileiro; entenda Importante destino do calçado brasileiro, a União Europeia deve se tornar um parceiro comercial ainda mais estratégico com a concretização dos termos…


    Acordo UE-Mercosul deve alavancar setor calçadista brasileiro; entenda
    Importante destino do calçado brasileiro, a União Europeia deve se tornar um parceiro comercial ainda mais estratégico com a concretização dos termos do acordo de cooperação com o Mercosul.
    Graças a uma esperada isenção tarifária para 27 países, em 15 anos, as exportações devem crescer 62%, segundo um estudo de impacto realizado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).
    Além de um ganho de competitividade, com produtos mais baratos para os compradores de fora, grandes polos como Franca (SP), Vale dos Sinos (RS) e Nova Serrana (MG) podem se beneficiar de uma exportação mais diversificada, com a queda nos impostos não só para os artigos de couro, mas também para aqueles fabricados com outros materiais, hoje menos relevantes para os negócios internacionais.
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    “Esses mercados detêm 40% de todos os calçados importados no mundo. É um bloco de significância muito grande”, afirma Priscila Linck, economista e coordenadora de Inteligência de Mercado da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados).
    Assinado provisoriamente em 17 de janeiro no Paraguai, o acordo discutido há anos prevê a redução ou eliminação gradual de tarifas de importação e exportação e estabelece regras comuns para áreas como bens industriais e agrícolas, investimentos e padrões regulatórios.
    Para entrar em vigor, o termo ainda precisa ser aprovado por cada país do Mercosul. No início do mês, o presidente Lula encaminhou o documento para o Congresso Nacional.
    A seguir, entenda a importância das relações com a União Europeia para o calçado brasileiro.
    Qual é a importância da União Europeia para o calçado brasileiro?
    💲Em 2025, o Brasil faturou US$ 105,2 milhões com a exportação de 17,5 milhões de pares de calçados para a União Europeia.
    🗺Franca, Portugal, Itália, Alemanha e Espanha são os principais destinos. Em volume financeiro, o bloco econômico corresponde a 10% de todas as exportações de sapatos do país.
    “Naturalmente com os últimos anos um próprio desaquecimento do mercado internacional, a gente acabou perdendo um pouco de espaço em alguns países da União Europeia, (…) mas a gente acabou alocando maiores volumes para outros destinos ou até na Europa, abrindo outros mercados com mais força, como a Espanha”, analisa Priscila.
    Imagem da assinatura do acordo do Mercosul-UE
    Reprodução/YouTube
    De tudo o que Brasil exporta nesse segmento, 44% é de couro, mais de 47% é de material sintético e 8% é têxtil.
    Além da atuação com marcas próprias, o calçado brasileiro chega ao mercado europeu por meio de contratos de “private label” [marca privada], ou seja, em que uma empresa responde pela promoção, marketing e distribuição de um produto fabricado por um terceiro.

    Pelo potencial de compra, o mercado europeu se torna estratégico e uma alternativa forte para o Brasil, diante das restrições impostas pelos Estados Unidos, ainda hoje o maior importador de calçados do mundo.
    “É um mercado que importa um produto de couro, mais tradicional, de maior valor agregado. Então acaba sendo uma boa alternativa para o setor se inserir no mercado externo. (…) Acaba sendo também um formato de negociação não só das marcas brasileiras, mas a gente conseguiu inserir o produto brasileiro com marcas dos clientes.”
    Fábrica de calçados em Franca, SP
    Reprodução/EPTV
    Quais os ganhos para a indústria calçadista?
    📉Um dos pontos mais importantes estabelecidos no acordo entre União Europeia e Mercosul é a isenção gradativa de impostos de importação dos dois lados. No caso dos países da América do Sul, os calçados, com uma taxação de 3,5% a 17%, terão isenção total em até dez anos.
    Para a economista da Abicalçados, um dos efeitos mais importantes é o aumento da competitividade dos calçados de couro, hoje taxados em 7%, que entrariam sem tarifas em território europeu dentro de sete anos.

    Segundo ela, isso pode representar inclusive uma maior força diante dos concorrentes asiáticos, também presentes na Europa.
    “O principal produto que a gente já exporta para o mercado vai ter um prazo de desgravação mais rápida. Isso é positivo para que a gente consiga alavancar as exportações desse segmento para os países europeus.”
    Empresas apostam em vendas online e no alto valor agregado de calçado brasileiro para garantir mercados interno e externo.
    Lindomar Cailton/EPTV
    👟Ainda que com um prazo maior para a isenção e hoje mais tarifados que o couro, os produtos feitos com outros materiais, como os sintéticos e têxteis, passariam a ocupar mais espaço nas exportações, o que levaria uma diversificação dos negócios calçadistas.
    “Ou seja, se abre um espaço de oportunidade para a gente consolidar ainda mais os nossos embarques de calçados de couro, mas também de diversificar e entrar com mais força em outros segmentos como os calçados de material sintético, plástico, borracha e também de material têxtil.”
    🏭Com isso, Priscila destaca o fortalecimento de toda a cadeia produtiva, com uma maior demanda e contratações nas fábricas, além de um ganho na desburocratização dos processos.
    “Tanto a Abicalçados quanto as entidades representantes de todos os membros do Mercosul, quanto a Câmara Europeia de Calçados sempre tiveram esse envolvimento muito de perto de negociar em conjunto, de construir um acordo que fosse viável para ambas as partes. (…) No âmbito do calçado, ele foi muito bem construído em conjunto. Houve essa interlocução durante as negociações”, diz.
    📅Além disso, a economista espera uma maior previsibilidade nas negociações internacionais em tempos de incertezas econômicas e políticas.
    “É um impulso para que a gente consiga alavancar as nossas exportações para esses mercados, ou seja, de a gente conseguir alternativas para alavancagem da nossa exportação frente a um cenário de instabilidade.”
    Rio Grande do Sul é responsável por 46% das exportações de calçados no país
    Reprodução/RBS TV
    Por tudo isso, Priscila analisa que o acordo deve surtir efeito positivo nos diferentes polos calçadistas do país. Em Franca, por exemplo, o equivalente a 5% dos US$ 64,6 milhões exportados em 2025 – US$ 2,7 milhões – foi com negócios firmados com a União Europeia.
    Em anos anteriores, como em 2005, o volume exportado já foi de US$ 21,5 milhões para o bloco.
    “Além de estar reduzindo tarifa de um produto que a gente já tem predominância em exportar, que é o calçado de couro, e aí Franca, parte do Rio Grande do Sul no feminino, principalmente, se beneficiam muito porque são regiões com uma concentração grande de produtos de couro, claro, são beneficiados nesse sentido. Mas, ao mesmo tempo, os outros polos se beneficiam também justamente por a gente abrir um espaço de oportunidade em alguns segmentos que têm uma tarifa hoje maior.”
    Quais os pontos de atenção do setor com o acordo?
    Para os calçadistas, o principal ponto de atenção na concretização do acordo UE-Mercosul é com relação à origem dos sapatos que venham a ser comercializados com o Brasil.
    🚩Isso porque o setor teme que essa abertura de mercado seja utilizada como uma brecha para a entrada de produtos asiáticos, por meio de uma triangulação.
    Produção de sapatos em Franca (SP).
    Lindomar Cailton/EPTV
    “O que é isso? Um produto asiático entrar no Brasil via União Europeia, como se fosse um produto europeu com isenção tarifária, mas ele não foi produzido na Europa. Acho que o maior risco que, desde o início foi mapeado, é esse e não com relação ao produto europeu”, afirma Priscila.
    Por isso, segundo ela, o acordo de cooperação prevê alguns termos para certificar a origem dos produtos em comercialização.
    “O produto europeu, mesmo que a gente tenha um processo de elevação da importação aqui no Brasil, ele complementa os nossos produtos, não teria um efeito, por exemplo, de deslocar a nossa produção. O nosso maior risco de fato é com relação a produtos de terceiros que não são europeus, por isso foram construídas regras de origem que de alguma forma tentam atenuar esse risco.”
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    🕒 Publicado em: fevereiro 25, 2026 à40 5:00 am

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  • Projeto do governo do DF para reforçar patrimônio do BRB enfrenta resistência; distritais ameaçam 'jogo duro'

    Projeto do governo do DF para reforçar patrimônio do BRB enfrenta resistência; distritais ameaçam 'jogo duro'

    GDF oferece bens públicos para cobrir rombo do BRB Deputados distritais sinalizaram que farão dura resistência à tentativa do governador Ibaneis Rocha (MDB) de “salvar” o balanço patrimonial do Banco…


    GDF oferece bens públicos para cobrir rombo do BRB
    Deputados distritais sinalizaram que farão dura resistência à tentativa do governador Ibaneis Rocha (MDB) de “salvar” o balanço patrimonial do Banco de Brasília (BRB) usando imóveis públicos do Distrito Federal.
    O governo enviou nesta terça-feira (24) uma nova versão do projeto que repassa esses imóveis ao BRB – o texto reduz a lista de endereços de 12 para 9 e muda boa parte dos lotes.
    Mesmo com esse “passo atrás”, deputados da oposição e da própria base aliada de Ibaneis ameaçam jogar duro contra o governo.
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    Do ponto de vista dos parlamentares de oposição, o projeto é visto como uma manobra para “salvar o calendário eleitoral” dos agentes políticos — Ibaneis Rocha, Celina Leão e aliados —, e não para salvar o patrimônio do BRB.
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    O deputado Fábio Félix (PSOL) avalia que nem o uso como garantia em um empréstimo, nem a venda dos terrenos para capitalizar o BRB ajudariam numa solução definitiva para a situação.
    “A gente não tem nem o cálculo do valor de cada uma dessas áreas que estão sendo previstas pra alienação. Elas não cumpriram nem o trâmite administrativo nos próprios órgãos, para que elas fossem cedidas dessa forma, então tem muitas irregularidades nesse projeto”, disse.
    “Me parece muito mais desespero a serviço do calendário eleitoral e camuflar uma crise política gigantesca ,que a gente tá vivendo, do que um projeto sério pra salvar o Banco de Brasília”, emendou.
    O deputado Gabriel Magno (PT) classificou o novo projeto de lei enviado pelo governo como “mal feito e com vícios”.
     “Por que a pressa? O que está por trás de mandar tantos projetos? É o segundo já. Pode ser que tenha uma terceira versão, pode ser que venha uma quarta versão para ficar corrigindo erros ao invés de tentar ser transparente no processo”, declarou
    Surpresas e cautelas
    O deputado Thiago Manzoni (PL) comentou pela primeira vez sobre o caso – e surpreendeu parte dos presentes à sessão desta terça ao engrossar o coro da oposição.
    Segundo ele, o projeto chegou à Câmara Legislativa em regime de urgência, com a intenção de ser votado rapidamente mais uma vez. No entanto, segundo ele, há uma “quebra de confiança” na relação entre o governo e a Casa.
    “Quero adiantar a minha posição pessoal em relação a este projeto: o meu voto é não. Não existe a menor hipótese de eu ser convencido a votar nesse projeto. Não existe a menor hipótese. Outro cheque em branco, não”, declarou.
    O deputado Hermeto (MDB), líder do governo na Câmara Legislativa, adotou cautela ao comentar o cenário.
    “Ninguém vai fazer nada abruptamente. A maneira adequada é chamar o presidente do BRB e ouvir quais são as condições e como o banco está realmente. Eu acho que isso é o mais assertivo no momento”, afirmou.
    Sobre a responsabilização pelo rombo financeiro, Hermeto não citou nomes, mas enfatizou que “todos os que contribuíram dolosamente para que o BRB chegasse a esse resultado deverão responder na Justiça”.
    Discussão adiada
    A Câmara do DF chegou a convocar uma reunião de deputados, a portas fechadas, para debater o primeiro projeto na tarde desta terça.
    Com a chegada de um novo texto, no entanto, o debate foi adiado para a próxima semana. A votação do projeto ainda não tem data marcada.
    ➡️O presidente do BRB, Nelson Antônio de Souza, deve se reunir com os deputados na manhã da próxima segunda (2) para explicar a situação patrimonial do banco.
    ➡️Em seguida, à tarde, os deputados se reúnem a portas fechadas para debater o tema e decidir se levo o projeto à votação em plenário.
    🔎Se o projeto for aprovado, os imóveis servirão para lastreat uma captação de até R$ 6,6 bilhões no mercado financeiro.
    ➡️No início de fevereiro, o BRB entregou ao Banco Central um “plano preventivo” com medidas para recompor seu patrimônio e evitar o descumprimento de regras de solidez do mercado financeiro brasileiro.
    ➡️O documento, no entanto, é mantido sob sigilo desde então – e, por isso, a necessidade exata de recomposição do patrimônio ainda não tinha sido divulgada.
    Sede do Banco BRB
    Getty Images via BBC
    Quais imóveis o GDF quer entregar?
    Confira a nova lista:
    SIA, Trecho Serviço Público, Lote F – área pertencente à Companhia de Saneamento Ambiental do DF (Caesb)
    SIA, Trecho Serviço Público, Lote G
    SIA, Trecho Serviço Público, Lote I
    SIA, Trecho Serviço Público, Lote H
    SIA, Trecho Serviço Público, Lote C – pertencente à CEB;
    SIA, Trecho Serviço Público, Lote B – pertencente à Novacap;
    Centro Metropolitano, Quadra 03, Conjunto A, Lote 01, em Taguatinga – é a sede do Centro Administrativo do DF, abandonada há mais de uma década;
    “Gleba A” de 716 hectares, pertencentes à Terracap – o documento não diz o endereço com precisão.
    Votação do projeto
    ➡️ A expectativa do governo era de já votar e aprovar o texto nesta terça, sem muito debate e com amplo apoio de aliados – a exemplo do que aconteceu com o aval da Câmara do DF para a tentativa de compra do Banco Master pelo BRB, em 2025.
    À época, deputados de oposição reclamaram do tempo para realizar a votação e disseram que o projeto chegou à Casa incompleto.
    Os próprios distritais aliados de Ibaneis, no entanto, parecem ter decidido frear o andamento da matéria. A tendência é que a Casa adote uma postura mais cautelosa antes de deliberar sobre o projeto.
    🔎 O governador Ibaneis nunca enfrentou dificuldades para aprovar os projetos que enviou à Câmara Legislativa desde que assumiu o Palácio do Buriti, em 2019.
    Ibaneis Rocha, governador do DF, em 3 de fevereiro de 2026
    TV Globo
    O projeto de lei sobre as garantias será o primeiro texto sobre o caso BRB-Master a ser votado na Câmara Legislativa desde a operação Compliance Zero e a liquidação do Banco Master, no fim de 2025.
    O texto é visto como um “termômetro” sobre a situação de Ibaneis na Casa – já que os pedidos de impeachment da oposição contra o governador, por exemplo, foram arquivados pelo presidente da Câmara Legislativa com base em pareceres técnicos e sem debate em plenário.
    Entenda o empréstimo
    O empréstimo, que pode inclusive ser tomado junto ao Fundo Garantidor de Crédito, é uma das hipóteses citadas pelo BRB no plano “preventivo” entregue ao Banco Central há duas semanas, segundo apurou o g1.
    Se o empréstimo for tomado, esses recursos vão ajudar o BRB a melhorar o perfil de seus ativos – ou seja, reduzir o risco atrelado a seu patrimônio.
    O objetivo é garantir que o banco permaneça sólido e não gere desconfianças no mercado. Ou seja: evitar abalos à credibilidade do BRB.
    ⬆️ Com essa garantia do governo do DF, o BRB teria condições de captar recursos em condições mais favoráveis – com juros menores, por exemplo – para dar mais consistência ao balanço patrimonial do banco, abalado após as transações mal-sucedidas para a compra do Banco Master, nos últimos anos.
    ⬇️ Em compensação, caso não consigam honrar o empréstimo no futuro, o BRB e o governo do DF podem se ver obrigados a alienar (vender) esses imóveis para pagar o compromisso assumido.
    O que diz o BRB
    “O BRB informa que os imóveis incluídos no Projeto de Lei encaminhado pelo Governo do Distrito Federal ainda serão submetidos a avaliação técnica independente, realizada por peritos habilitados e com metodologias reconhecidas no mercado. Nesse estágio, não é possível estimar o valor total dos ativos, uma vez que a precificação depende das condições de mercado e pode envolver ágio ou deságio conforme o interesse dos investidores.
    A capitalização do BRB, por sua vez, não ocorre por meio da transferência direta desses imóveis, mas por estruturas financeiras capazes de monetizá-los, modelo que segue em análise junto ao Banco Central.
    Além dessas opções, seguem em avaliação outras estratégias para reforçar o patrimônio e preservar a capacidade de crédito da instituição, sempre alinhadas às exigências regulatórias e à necessidade de estabilidade financeira.
    Essas opções integram plano de capital encaminhado ao BC em 6 de fevereiro e consideram também como alternativa solução de mercado (venda de ativos); empréstimo feito por meio de consórcio de bancos e empréstimo direto junto ao FGC.
    Como instituição pública essencial para o Distrito Federal, o Banco desempenha papel central em políticas sociais, mobilidade, distribuição de benefícios e medicamentos, além de parcerias culturais e esportivas que impactam milhões de brasilienses. Com fundamentos consistentes e foco na estabilidade e credibilidade, o BRB seguirá fortalecendo sua capacidade de gerar resultados e cumprindo sua função estratégica no desenvolvimento econômico e social do DF.
    O Banco mantém seu compromisso com práticas de governança robustas, transparência na condução dos processos e a busca por soluções sustentáveis que assegurem a solidez do Banco e seu papel estratégico no desenvolvimento econômico e social do Distrito Federal.”
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    🕒 Publicado em: fevereiro 25, 2026 à39 5:00 am

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  • De estilo de cabelo a bar em canal de esgoto, 'cultura rato' recifense viraliza no carnaval com estética criada nas periferias

    De estilo de cabelo a bar em canal de esgoto, 'cultura rato' recifense viraliza no carnaval com estética criada nas periferias

    Professor da UFPE, Thiago Soares, fala sobre a cultura rato Na cidade onde o “homem-caranguejo”, no início dos anos 1990, ajudou a transformar o Manguebeat em expressão internacional, uma nova…


    Professor da UFPE, Thiago Soares, fala sobre a cultura rato
    Na cidade onde o “homem-caranguejo”, no início dos anos 1990, ajudou a transformar o Manguebeat em expressão internacional, uma nova estética urbana ganha espaço nas redes sociais: a chamada “cultura rato” (veja vídeo acima). Se antes o mangue colocava a lama no centro do debate cultural, agora é o roedor que surge como símbolo bem-humorado da vivência periférica.
    Com uma estética que vai dos cabelos, roupas e até um bloco de carnaval chamado “Ratas Peso”, o movimento inclui até um bar montado dentro de um canal de esgoto, com cadeiras, bebidas e ratos que “dançam” com os foliões na água suja. O cenário inusitado virou tema de threads e publicações que viralizaram nas redes durante a folia.
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    De acordo com o professor e pesquisador da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Thiago Soares, a “cultura rato” está diretamente ligada às dinâmicas digitais e às expressões culturais das periferias.
    “É importante conectar essa dimensão. A cultura do rato é uma cultura muito humorística, associada realmente às culturas de periferia e a um ambiente digital. Isso é muito importante de pensar. Essa figura do ‘ratão’, de alguma maneira, tem a ver com tornar visível isso. As redes tornam visível esse tipo de performance digital. Eu acho que são jogos performáticos que têm a ver com a visibilidade”, contou o professor.
    Para o pesquisador, a força do movimento está justamente na maneira como ele ocupa o ambiente virtual para ampliar narrativas que, historicamente, foram marginalizadas. Ao transformar o rato em protagonista, os criadores brincam com estigmas e constroem novas formas de reconhecimento social.
    Quem também ajuda a impulsionar essa estética nas redes é o influenciador Danilo Silva, que se apresenta como “mestre dos ratos” e é “proprietário” do Ratos Bar, o ponto de encontro criado no canal de esgoto da comunidade de Lemos Torres, na Zona Norte da cidade.
    Ele afirma que o termo, inicialmente usado de forma pejorativa, foi apropriado pelo grupo como símbolo de identidade.
    “Somos considerados ratos pelo nosso estilo maloqueiro, forma que a gente dança e o jeito de se expressar, nosso dialeto, diferentes cortes de cabelo, usando sempre roupas, correntes e brincos de prata, que fazem parte desse ‘estilo’ criado por nós. Eu, Danilo, sou considerado mestre dos ratos porque eles me veem como inspiração e, com o tempo, consegui a admiração de todos”, disse.
    ‘Ratos bar’ está localizado no bairro de Casa Forte, na Zona Norte do Recife
    Reprodução/Instagram
    Pertencimento
    A fala do influenciador reforça a ideia de pertencimento e liderança dentro do movimento, além de evidenciar como a autoidentificação fortalece os laços entre os participantes e amplia o alcance no ambiente digital.
    “Me parece que o ‘ratão’, a cultura do rato, não opera nessa chave [da ostentação]. Não necessariamente. Ela pode até operar na chave da ostentação, mas me parece que a ostentação está muito mais ligada a certos prazeres meio mundanos mesmo. De associar uma relação com o prazer, com o hedonismo, com a festa, de serem pessoas, de serem homens descolados”, afirmou o professor Thiago Soares.
    Segundo ele, embora dialogue com elementos de exibição típicos das redes sociais, a “cultura rato” não se resume a isso. O foco, afirma, está menos na demonstração de status e mais na construção de uma identidade coletiva marcada pelo humor e pela ironia.
    “Sem sombra de dúvidas é uma cultura muito estigmatizada porque homens negros de periferia são estigmatizados. Mas de alguma maneira, ela [a ‘cultura rato’] me parece ser uma resposta humorística também a isso. Eu acho que é importante a gente nunca ignorar o poder do humor dentro dessas chaves. (…) O humor faz parte da existência, então é um elemento muito importante para sobrevivência [da periferia], para redução de estigmas, para uma dinâmica de negociação em alguma medida “, afirmou.
    Para o professor, o riso funciona como estratégia de enfrentamento. Ao assumir a imagem do rato, animal frequentemente associado à sujeira, os participantes ressignificam o símbolo e transformam estigma em performance.
    O especialista também vê paralelos entre a “cultura rato” e o movimento que marcou o Recife nos anos 1990.
    “Eu acho que tem, sim, uma relação com o Maguebeat. (…) O ‘homem-caranguejo’ é uma metáfora do Josué de Castro, que seria essa ideia do mangue, da lama, e o caranguejo como essa figura que sobrevive. (…) E o rato tem uma coisa mais engraçada, mais descolada, com outro tipo de instinto de sobrevivência”, explicou.
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  • Entenda por que radares que multam quem fura o sinal são chamados de 'Caetanos' no RS (e saiba em quais cruzamentos eles vão ser instalados)

    Entenda por que radares que multam quem fura o sinal são chamados de 'Caetanos' no RS (e saiba em quais cruzamentos eles vão ser instalados)

    Veículos ultrapassam sinal vermelho em Porto Alegre 🚦 Mais de 50 motoristas foram flagrados furando o sinal vermelho desde 6 de janeiro em Porto Alegre. Os registros fazem parte de…


    Veículos ultrapassam sinal vermelho em Porto Alegre
    🚦 Mais de 50 motoristas foram flagrados furando o sinal vermelho desde 6 de janeiro em Porto Alegre. Os registros fazem parte de um teste da prefeitura antes da instalação definitiva dos Detectores de Avanço de Sinal (DAS), que vão passar a multar quem avançar o sinal em determinados pontos da capital gaúcha.
    No período de testes, foram enviados somente comunicados educativos. A partir de 1º de março, entram em operação efetiva dois DAS — radares que identificam e multam motoristas que avançarem o sinal vermelho e têm o apelido de “Caetano”. Quer entender o motivo do nome? Leia abaixo.
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    Os dispositivos, que no RS são conhecidos como “Caetanos”, estão instalados nos cruzamentos da Avenida Protásio Alves com a Rua Vicente da Fontoura e das avenidas Bento Gonçalves e Princesa Isabel, onde seguem em fase de testes até o início efetivo da fiscalização. Veja lista completa no final da reportagem.
    Por que “Caetano”?
    Os radares são apelidados de “Caetanos” em homenagem ao músico Caetano Veloso. Em um documento da CET-SP (Companhia de Engenharia de Tráfego de São Paulo), o apelido se popularizou logo após a instalação dos primeiros aparelhos do tipo, em 1993.
    Na época, o músico já havia lançado pelo menos três músicas em que criticava o comportamento dos motoristas que ultrapassam o sinal vermelho.
    🚦🎵 Caetano Veloso fala sobre a infração de trânsito em pelo menos três músicas. Em “Neide Candolina” (1991), canta “…e ela nunca furou um sinal, e isso é legal”. Em “Haiti” (1993), diz: “…e quando você furar o sinal vermelho, o velho sinal vermelho…”. E também em “Podres Poderes” (1984), talvez a mais contundente: “Enquanto os homens exercem seus podres poderes, motos e fuscas avançam os sinais vermelho e perdem os verdes. Somos uns boçais”.
    Um ano depois da instalação dos primeiros “Caetanos” em São Paulo, o cantor foi rosto da campanha de conscientização “Educação Para o Trânsito”, da TV Globo, em 1994. Foi quando o apelido se popularizou — curiosamente, acabou se consolidando mais no RS, onde é usado até hoje, do que em São Paulo.
    “Compor uma canção, declarar o amor à namorada, abraçar os amigos, participar de uma campanha de cidadania — tudo isso é uma questão de querer, de decidir, de escolher. Eu decidi estar aqui dizendo essas coisas. Você decide se quer ser, no trânsito, um cidadão”, disse Caetano à época.
    Radares que fiscalizam sinal vermelho são conhecidos como ‘Caetanos’ por causa do cantor Caetano Veloso
    Divulgação/EPTC e Aline Fonseca/Divulgação
    Multas não serão aplicadas de madrugada
    Ao todo, a Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC) prevê a instalação de 15 “Caetanos” em Porto Alegre até maio. Segundo a EPTC, o número total de irregularidades registradas nos testes ainda está em apuração.
    A nova forma de monitoramento chega em momento propício. Porto Alegre teve o mês de janeiro mais violento no trânsito nos últimos anos, de acordo com dados da EPTC.
    ⚠️ Na comparação entre janeiro de 2025 para o mesmo mês de 2026, as mortes no tráfego mais que dobraram, saltando de cinco no ano passado para 11 neste ano. Já o mês de fevereiro apresentou estabilidade: foram sete mortes em 2025 e outras sete em 2026.
    O diretor-presidente da EPTC, Pedro Bisch Neto, afirma que os cruzamentos concentram parte significativa dos acidentes na Capital.
    “As estatísticas da acidentalidade apontaram os cruzamentos como um dos principais locais e causas de sinistros. Isso nos gerou uma urgência de preparar um sistema de controle que pudesse promover uma mudança comportamental mais efetiva. Simples campanhas estavam sendo fracas, então mapeamos os 15 principais cruzamentos da cidade”, diz.
    No início do ano, a EPTC divulgou balanço sobre acidentes com morte em 2025. O levantamento mostrou que o desrespeito à sinalização, especialmente o avanço de sinal de pare ou do semáforo vermelho, foi o principal fator de risco. Também aparecem como condutas perigosas a velocidade excessiva, alcoolemia, conversões proibidas e direção por condutores sem Carteira Nacional de Habilitação (CNH) regular.
    Apesar da operação contínua dos equipamentos, a EPTC informa que não haverá multas entre 23h e 5h. Uma resolução publicada no ano passado permite que motoristas avancem o sinal nesse período.
    A flexibilização vale das 23h às 4h59min. Para seguir, o condutor deve reduzir a velocidade, observar o fluxo de veículos e pedestres e não ultrapassar 30 km/h ao cruzar a via.
    Motoristas ultrapassam sinal vermelho em Porto Alegre
    Divulgação/ EPTC/ PMPA
    Confira os cruzamentos que receberão os equipamentos:
    Protásio Alves x Vicente da Fontoura (a partir de 1º de março);
    Bento Gonçalves x Princesa Isabel (a partir de 1º de março);
    Baltazar de Oliveira Garcia x Dante Angelo Pilla (instalação até maio);
    Ipiranga x Silva Só (instalação até maio);
    Aparício Borges x Oscar Pereira (instalação até maio);
    Sertório x Souza Reis x Edu Chaves (instalação até maio);
    Bento Gonçalves x Antônio de Carvalho (instalação até maio);
    Cavalhada x Campos Velho (instalação até maio);
    Bento Gonçalves x João de Oliveira Remião (instalação até maio);
    Protásio Alves x Ramiro Barcelos (instalação até maio);
    Sertório x Ceará (instalação até maio);
    Ipiranga x Salvador França (instalação até maio);
    Farrapos x Santo Antônio (instalação até maio);
    Carlos Gomes x Plínio Brasil Milano (instalação até maio);
    Ipiranga x Azenha (instalação até maio).
    VÍDEOS: Tudo sobre o RS


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    🕒 Publicado em: fevereiro 25, 2026 à32 5:00 am

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