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  • Ali Khamenei, líder supremo do Irã, está morto, diz Trump

    Ali Khamenei, líder supremo do Irã, está morto, diz Trump

    Ali Khamenei, líder supremo do Irã, está morto, diz Trump Presidente dos Estados Unidos afirmou que o aiatolá foi morto em uma ação conjunta dos EUA com Israel neste sábado…


    Ali Khamenei, líder supremo do Irã, está morto, diz Trump Presidente dos Estados Unidos afirmou que o aiatolá foi morto em uma ação conjunta dos EUA com Israel neste sábado (28). Forças armadas dos EUA e de Israel promoveram um ataque coordenado ao Irã neste sábado (28), após semanas de escalada de tensão entre os países. Veja o que se sabe.. Segundo divulgado pela mídia iraniana, com base em dados da rede humanitária Crescente Vermelho, 201 pessoas morreram no país e mais de 700 ficaram feridas.. Nas últimas semanas, o governo Trump intensificou a presença militar no Oriente Médio, enquanto o Irã fortificou instalações nucleares. Diversos países da região relataram explosões; veja mapa.. Segundo os EUA e Israel, os principais alvos foram instalações nucleares do Irã.. O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, afirmou ter indícios de que o aiatolá Ali Khamenei está morto. Uma autoridade israelense disse à Reuters que o corpo do líder supremo foi encontrado.


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    🕒 Publicado em: fevereiro 28, 2026 à36 9:41 pm

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  • Ali Khamenei: quem era o líder supremo do Irã que morreu em ação dos EUA e Israel

    Ali Khamenei: quem era o líder supremo do Irã que morreu em ação dos EUA e Israel

    Imagem mostra Ali Khamenei durante uma transmissão de TV em fevereiro de 2026 Office of the Iranian Supreme Leader/West Asia News Agency/Handout via REUTERS O aiatolá Ali Khamenei, morto neste…


    Imagem mostra Ali Khamenei durante uma transmissão de TV em fevereiro de 2026
    Office of the Iranian Supreme Leader/West Asia News Agency/Handout via REUTERS
    O aiatolá Ali Khamenei, morto neste sábado (28) nos ataques conjuntos de Estados Unidos e Israel, comandou o Irã há quase quatro décadas com mão de ferro. O líder supremo nunca aceitou fazer reformas na república islâmica e reprimiu com força a oposição. No cenário internacional, Khamenei mantinha a hostilidade aos Estados Unidos e se negava aceitar a existência do Estado de Israel.
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    As instalações usadas por ele foram bombardeadas em Teerã.
    Quando se tornou líder supremo, sua escolha foi considerada uma surpresa porque nem todos o julgavam qualificado para suceder Ruhollah Khomeini, o fundador da república islâmica.
    Khamenei tinha sido vice-ministro da defesa, e presidente durante a guerra com o Iraque. Mas não um dos líderes da revolução. Ele nem sequer tinha o título de aiatolá.
    Ele nasceu em 1939 em Mashhad, cidade sagrada para os xiitas. O segundo de oito filhos, de uma família pobre e devota. Cresceu sob a monarquia do xá Reza Pahlavi — num momento em que o Irã era aliado dos Estados Unidos e até de Israel.
    O Irã, de origem persa, buscava conter o predomínio árabe no Oriente Médio. Mas aquele país que respirava cultura americana e europeia também reprimia quem discordasse do governo. Não demorou para que uma ideologia antiocidental crescesse na sociedade e dentro de Khamenei.
    Quando o Irã começou a se rebelar contra a monarquia, ele se juntou aos protestos. Acabou na prisão e, em 1977, foi para o exílio, que não durou muito. A revolução islâmica do aiatolá Ruhollah Khomeini, em 1979, derrubou o xá e marcou uma mudança radical na política externa do país.
    O Irã passou a pregar a eliminação do Estado de Israel. E a chamar os Estados Unidos, um antigo aliado, de “grande satã”, símbolo do imperialismo ocidental.
    A ascensão dos clérigos xiitas foi a porta de entrada de Ali Khamenei ao poder. Virou homem da confiança do líder supremo.
    Em 1980, passou a conduzir a oração de sexta-feira em Teerã, a mando de Khomeini. Em 1981, um ataque a bomba deixou a sua mão direita paralisada. Logo depois, aos 42 anos, foi eleito presidente do Irã com 95% dos votos.
    Durante a guerra contra o Iraque, entre 1980 e 1988, esteve ao lado de Khomeini.
    Foi nesse período também que o Irã começou a financiar e a armar extremistas como o Hezbollah, no Líbano. E, mais tarde, os terroristas do Hamas, na Faixa de Gaza. Era a chamada guerra por procuração — que, ao longo das décadas seguintes, provocou diferentes atentados contra cidadãos israelenses e ocidentais.
    Desde a morte de Khomeini, em 1989, Ali Khamenei liderou o país de 90 milhões de habitantes e uma história que se funde com a antiga Pérsia.
    Seu poder foi proporcional ao dos grandes ditadores. O Irã é uma teocracia. Por isso, Khamenei acumulou as funções de líder político e líder religioso. Foi o responsável pelas decisões estratégicas da nação, como as de política externa, segurança e forças armadas.
    Podia anular as decisões do presidente e tinha o poder de demitir qualquer membro do governo a qualquer momento, sem os votos do parlamento. Apresentava-se como o guardião dos valores da revolução islâmica: justiça social, independência nacional e governo islâmico.
    Mas, diante do seu povo, Khamenei usou a força para reprimir a dissidência. Como a Onda Verde de 2009, que protestou contra a reeleição do presidente conservador Ahmadinejad. Ou em 2019, quando as periferias se revoltaram contra o aumento dos preços dos combustíveis.
    Em 2022, uma nova onda de protestos foi reprimida depois da morte da jovem Mahsa Amini, sob custódia da polícia moral iraniana. Ela tinha sido presa por não usar o véu islâmico corretamente e, segundo a família, foi espancada pelos agentes.
    O gesto de retirar o hijab e cortar o cabelo em público se tornou um símbolo das manifestações. O governo reagiu com a receita das ditaduras: violência, prisões arbitrárias, mortes, perseguição a jornalistas e censura da internet.
    Nos últimos anos, Khamenei viu a popularidade do regime cair, por causa da insatisfação com a economia cambaleante. A inflação disparou, o desemprego está em alta e a exportação de petróleo já não é mais a mesma. Muito por causa das sanções impostas pelo Ocidente, em represália ao programa nuclear iraniano.
    A insatisfação popular aumentou após os ataques de Israel e dos EUA ao Irã, em junho de 2025, que agravaram a crise econômica no país. No início deste ano, o governo enfrentou uma grande onda de protestos, reprimida com violência por Teerã e que deixou milhares de mortos.
    Antes do ataque deste sábado, o líder iraniano sobreviveu a um atentado em 1981, e também se recuperou de um câncer em 2014. Desde a morte de Hassan Nasrallah, que comandava o Hezbollah, o Irã aumentou as medidas de segurança para o aiatolá.
    Em um país em que os veículos de imprensa são controlados pelo regime, não são muitas as informações sobre a rotina do líder supremo. Diziam que ele viveu os últimos meses num bunker subterrâneo em Teerã.
    Ataque
    Estados Unidos e Israel lançaram um grande ataque contra o Irã na manhã deste sábado. A ação deixou 201 mortos e 747 feridos, segundo a imprensa iraniana com base em informações da rede humanitária Crescente Vermelho.
    Explosões foram registradas na capital Teerã e em diversas outras cidades iranianas. Em resposta, o Irã disparou mísseis contra Israel e atacou bases americanas no Oriente Médio.
    O Exército dos Estados Unidos informou que nenhum militar americano ficou ferido na ação. O governo americano afirmou ainda que os danos às bases militares dos EUA no Oriente Médio, após a retaliação iraniana, foram “mínimos”.
    O Estreito de Ormuz, uma das principais rotas de petróleo do mundo, foi fechado por motivos de segurança, informou a agência estatal iraniana Tasnim.
    Em pronunciamento, Netanyahu declarou que a ofensiva contra o Irã matou comandantes da Guarda Revolucionária e altos funcionários ligados ao programa nuclear iraniano. Segundo ele, “milhares de alvos” serão atacados nos próximos dias.
    No mesmo pronunciamento, Netanyahu fez um apelo direto à população do Irã para que se levante contra o regime e vá às ruas para protestar.
    “Não percam a oportunidade. Esta é uma oportunidade que surge uma vez por geração”, afirmou.
    Em inglês, Netanyahu acrescentou: “A ajuda chegou”, em referência a uma publicação do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Em janeiro, o norte-americano afirmou que estava enviando “ajuda” a manifestantes que protestavam contra Khamenei.
    O que se sabe do ataque de EUA e Israel:
    Agências de notícias informaram que mísseis atingiram áreas próximas ao palácio presidencial e a instalações usadas pelo líder supremo em Teerã, capital do Irã.
    Segundo a agência estatal iraniana Fars, explosões também foram ouvidas nas cidades de Isfahan, Qom, Karaj e Kermanshah, todas em diferentes regiões do país.
    Exército israelense afirma ter atingido “centenas de alvos militares iranianos”, incluindo lançadores de mísseis.
    O ministro da Defesa do Irã, Amir Nasirzadeh, e o comandante da Guarda Revolucionária, Mohammed Pakpour, morreram nos ataques israelenses, segundo três fontes ouvidas pela agência Reuters.
    85 pessoas morreram em uma escola de meninas no sul do Irã, segundo a imprensa estatal iraniana. Na mesma região, outras 15 pessoas foram mortas em um ginásio.
    O que se sabe sobre a retaliação do Irã:
    Em resposta, o Irã lançou mísseis e drones contra o território israelense, onde sirenes de alerta foram acionadas.
    Diversas explosões foram ouvidas em outros países da região, como Catar, Bahrein, Kuwait, Iraque, Jordânia e Emirados Árabes — países que têm bases norte-americanas.
    Vários prédios residenciais foram atingidos no Bahrein, segundo o governo local.
    Em comunicado, os Emirados Árabes Unidos disseram ter interceptado vários mísseis iranianos e que uma pessoa morreu na capital Abu Dhabi. Uma explosão também foi ouvida em Dubai, segundo testemunhas.
    Sistemas de defesa antimísseis foram acionados por Israel e pelos países do Golfo.
    4 pessoas morreram na Síria após míssil iraniano atingir um prédio, informa a agência Reuters.
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  • Ali Khamenei, líder supremo do Irã, é morto em bombardeio, diz Trump

    Ali Khamenei, líder supremo do Irã, é morto em bombardeio, diz Trump

    Imagem mostra Ali Khamenei durante uma transmissão de TV em fevereiro de 2026 Office of the Iranian Supreme Leader/West Asia News Agency/Handout via REUTERS Ali Khamenei, líder supremo do Irã,…


    Imagem mostra Ali Khamenei durante uma transmissão de TV em fevereiro de 2026
    Office of the Iranian Supreme Leader/West Asia News Agency/Handout via REUTERS
    Ali Khamenei, líder supremo do Irã, morreu em um bombardeio durante ataques conjuntos de Estados Unidos e Israel neste sábado (28). A informação foi confirmada pelo presidente Donald Trump. O aiatolá comandou o Irã há quase quatro décadas com mão de ferro.
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    Em uma rede social, Trump disse que Khamenei não conseguiu escapar das redes de inteligência e rastreamento dos Estados Unidos. Ainda segundo o presidente, “não havia nada” que o líder supremo pudesse fazer.
    “Khamenei, uma das pessoas mais malignas da História, está morto. Isso não é apenas justiça para o povo do Irã, mas para todos os grandes americanos e para pessoas de muitos países ao redor do mundo que foram mortas ou mutiladas por Khamenei e seu bando de capangas sanguinários”, escreveu.
    O líder supremo nunca aceitou fazer reformas na república islâmica e reprimiu com força a oposição. No cenário internacional, Khamenei mantinha a hostilidade aos Estados Unidos e se negava aceitar a existência do Estado de Israel.
    Mais cedo, o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, afirmou haver indícios de que Khamenei estava morto. Segundo ele, forças israelenses destruíram um complexo usado pelo líder supremo.
    Até então, o regime iraniano negava a morte. Um porta-voz do governo afirmou que Khamenei estava “bem e seguro”.
    Ali Khamenei nasceu em 1939 em Mashhad, cidade sagrada para os xiitas. O segundo de oito filhos, de uma família pobre e devota. Cresceu sob a monarquia do xá Reza Pahlavi — num momento em que o Irã era aliado dos Estados Unidos e até de Israel.
    O Irã, de origem persa, buscava conter o predomínio árabe no Oriente Médio. Mas aquele país que respirava cultura americana e europeia também reprimia quem discordasse do governo. Não demorou para que uma ideologia antiocidental crescesse na sociedade e dentro de Khamenei.
    Quando o Irã começou a se rebelar contra a monarquia, ele se juntou aos protestos. Acabou na prisão e, em 1977, foi para o exílio, que não durou muito. A revolução islâmica do aiatolá Ruhollah Khomeini, em 1979, derrubou o xá e marcou uma mudança radical na política externa do país.
    O Irã passou a pregar a eliminação do Estado de Israel. E a chamar os Estados Unidos, um antigo aliado, de “grande satã”, símbolo do imperialismo ocidental.
    A ascensão dos clérigos xiitas foi a porta de entrada de Ali Khamenei ao poder. Virou homem da confiança do líder supremo.
    Em 1980, passou a conduzir a oração de sexta-feira em Teerã, a mando de Khomeini. Em 1981, um ataque a bomba deixou a sua mão direita paralisada. Logo depois, aos 42 anos, foi eleito presidente do Irã com 95% dos votos.
    Durante a guerra contra o Iraque, entre 1980 e 1988, esteve ao lado de Khomeini.
    Foi nesse período também que o Irã começou a financiar e a armar extremistas como o Hezbollah, no Líbano. E, mais tarde, os terroristas do Hamas, na Faixa de Gaza. Era a chamada guerra por procuração — que, ao longo das décadas seguintes, provocou diferentes atentados contra cidadãos israelenses e ocidentais.
    Desde a morte de Khomeini, em 1989, Ali Khamenei liderou o país de 90 milhões de habitantes e uma história que se funde com a antiga Pérsia. Quando se tornou líder supremo, sua escolha foi considerada uma surpresa porque nem todos o julgavam qualificado para suceder Ruhollah Khomeini, o fundador da república islâmica.
    Seu poder foi proporcional ao dos grandes ditadores. O Irã é uma teocracia. Por isso, Khamenei acumulou as funções de líder político e líder religioso. Foi o responsável pelas decisões estratégicas da nação, como as de política externa, segurança e forças armadas.
    Podia anular as decisões do presidente e tinha o poder de demitir qualquer membro do governo a qualquer momento, sem os votos do parlamento. Apresentava-se como o guardião dos valores da revolução islâmica: justiça social, independência nacional e governo islâmico.
    Mas, diante do seu povo, Khamenei usou a força para reprimir a dissidência. Como a Onda Verde de 2009, que protestou contra a reeleição do presidente conservador Ahmadinejad. Ou em 2019, quando as periferias se revoltaram contra o aumento dos preços dos combustíveis.
    Em 2022, uma nova onda de protestos foi reprimida depois da morte da jovem Mahsa Amini, sob custódia da polícia moral iraniana. Ela tinha sido presa por não usar o véu islâmico corretamente e, segundo a família, foi espancada pelos agentes.
    O gesto de retirar o hijab e cortar o cabelo em público se tornou um símbolo das manifestações. O governo reagiu com a receita das ditaduras: violência, prisões arbitrárias, mortes, perseguição a jornalistas e censura da internet.
    Nos últimos anos, Khamenei viu a popularidade do regime cair, por causa da insatisfação com a economia cambaleante. A inflação disparou, o desemprego está em alta e a exportação de petróleo já não é mais a mesma. Muito por causa das sanções impostas pelo Ocidente, em represália ao programa nuclear iraniano.
    A insatisfação popular aumentou após os ataques de Israel e dos EUA ao Irã, em junho de 2025, que agravaram a crise econômica no país. No início deste ano, o governo enfrentou uma grande onda de protestos, reprimida com violência por Teerã e que deixou milhares de mortos.
    Antes do ataque deste sábado, o líder iraniano sobreviveu a um atentado em 1981, e também se recuperou de um câncer em 2014. Desde a morte de Hassan Nasrallah, que comandava o Hezbollah, o Irã aumentou as medidas de segurança para o aiatolá.
    Em um país em que os veículos de imprensa são controlados pelo regime, não são muitas as informações sobre a rotina do líder supremo. Diziam que ele viveu os últimos meses num bunker subterrâneo em Teerã.
    Ataque
    Estados Unidos e Israel lançaram um grande ataque contra o Irã na manhã deste sábado. A ação deixou 201 mortos e 747 feridos, segundo a imprensa iraniana com base em informações da rede humanitária Crescente Vermelho.
    Explosões foram registradas na capital Teerã e em diversas outras cidades iranianas. Em resposta, o Irã disparou mísseis contra Israel e atacou bases americanas no Oriente Médio.
    O Exército dos Estados Unidos informou que nenhum militar americano ficou ferido na ação. O governo americano afirmou ainda que os danos às bases militares dos EUA no Oriente Médio, após a retaliação iraniana, foram “mínimos”.
    O Estreito de Ormuz, uma das principais rotas de petróleo do mundo, foi fechado por motivos de segurança, informou a agência estatal iraniana Tasnim.
    Em pronunciamento, Netanyahu declarou que a ofensiva contra o Irã matou comandantes da Guarda Revolucionária e altos funcionários ligados ao programa nuclear iraniano. Segundo ele, “milhares de alvos” serão atacados nos próximos dias.
    No mesmo pronunciamento, Netanyahu fez um apelo direto à população do Irã para que se levante contra o regime e vá às ruas para protestar.
    “Não percam a oportunidade. Esta é uma oportunidade que surge uma vez por geração”, afirmou.
    Em inglês, Netanyahu acrescentou: “A ajuda chegou”, em referência a uma publicação do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Em janeiro, o norte-americano afirmou que estava enviando “ajuda” a manifestantes que protestavam contra Khamenei.
    O que se sabe do ataque de EUA e Israel:
    Agências de notícias informaram que mísseis atingiram áreas próximas ao palácio presidencial e a instalações usadas pelo líder supremo em Teerã, capital do Irã.
    Segundo a agência estatal iraniana Fars, explosões também foram ouvidas nas cidades de Isfahan, Qom, Karaj e Kermanshah, todas em diferentes regiões do país.
    Exército israelense afirma ter atingido “centenas de alvos militares iranianos”, incluindo lançadores de mísseis.
    O ministro da Defesa do Irã, Amir Nasirzadeh, e o comandante da Guarda Revolucionária, Mohammed Pakpour, morreram nos ataques israelenses, segundo três fontes ouvidas pela agência Reuters.
    85 pessoas morreram em uma escola de meninas no sul do Irã, segundo a imprensa estatal iraniana. Na mesma região, outras 15 pessoas foram mortas em um ginásio.
    O que se sabe sobre a retaliação do Irã:
    Em resposta, o Irã lançou mísseis e drones contra o território israelense, onde sirenes de alerta foram acionadas.
    Diversas explosões foram ouvidas em outros países da região, como Catar, Bahrein, Kuwait, Iraque, Jordânia e Emirados Árabes — países que têm bases norte-americanas.
    Vários prédios residenciais foram atingidos no Bahrein, segundo o governo local.
    Em comunicado, os Emirados Árabes Unidos disseram ter interceptado vários mísseis iranianos e que uma pessoa morreu na capital Abu Dhabi. Uma explosão também foi ouvida em Dubai, segundo testemunhas.
    Sistemas de defesa antimísseis foram acionados por Israel e pelos países do Golfo.
    4 pessoas morreram na Síria após míssil iraniano atingir um prédio, informa a agência Reuters.
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    🕒 Publicado em: fevereiro 28, 2026 à40 9:38 pm

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  • Araraquara e São Carlos têm aumento de casos de lesão corporal dolosa em janeiro, diz SSP

    Araraquara e São Carlos têm aumento de casos de lesão corporal dolosa em janeiro, diz SSP

    Araraquara registra aumento de casos de lesão corporal dolosa em janeiro deste ano Araraquara e São Carlos (SP) registraram, em janeiro deste ano, crescimento nos casos de lesão corporal dolosa,…


    Araraquara registra aumento de casos de lesão corporal dolosa em janeiro deste ano
    Araraquara e São Carlos (SP) registraram, em janeiro deste ano, crescimento nos casos de lesão corporal dolosa, de acordo com a Secretaria de Segurança Pública do Estado (SSP-SP). Em comparação ao mesmo mês do ano passado, as cidades tiveram, respectivamente, aumento de 23% e 6% nas ocorrências desta natureza.
    🔎 Lesão corporal dolosa: Previsto no art. 129 do Código Penal brasileiro, o crime ocorre quando há intenção de ofender a integridade física ou saúde de outra pessoa.
    📱 Siga o g1 São Carlos e Araraquara no Instagram
    Em Araraquara, além do aumento nos casos de lesão corporal dolosa, que passaram de 76 ocorrências em janeiro do ano passado para 94 no mesmo período deste ano, também houve crescimento de veículos furtados.
    Furto de veículos – 20 casos em 2025 e 22 ocorrências em 2026, registrando aumento de 10%
    Por outro lado, as ocorrências de furtos caíram 12% no município, passando de 256 registros em janeiro de 2025 para 226 no mesmo período deste ano.
    Delegacia de Investigações Gerais (DIG) e Delegacia de Investigações Sobre Entorpecentes (DISE), em Araraquara (SP)
    Brenda Bento/g1
    Mais notícias da região:
    REABILITAÇÃO: UFSCar tem reabilitação para quem tem doença pulmonar obstrutiva crônica
    CAMPANHA: Menina com leucemia mobiliza campanha por doadores de medula óssea no interior de SP
    COLISÃO: Acidente entre caminhões deixa uma pessoa em estado grave em rodovia no interior de SP
    Redução dos roubos pela metade
    Em São Carlos, os casos de lesão corporal dolosa saltaram de 72 em janeiro do ano passado para 76 ocorrências no mesmo período deste ano, representando aumento de 6%.
    O município reduziu pela metade a quantidade de roubos. Em janeiro de 2025, foram 36 ocorrências. Já no mesmo período deste ano, 18 casos foram registrados.
    Os furtos também apresentaram queda, passando de 255 casos em janeiro do ano passado para 196 ocorrências no mesmo período deste ano, representando redução de 23%.
    Furtos e roubos em queda
    Os dados da SSP-SP mostraram redução nos casos de furtos e roubos em Rio Claro. No entanto, o município registrou aumento no furto de veículos. Confira abaixo:
    Furtos – 162 casos em 2025 e 126 ocorrências em 2026, registrando queda de 22%
    Roubo – 25 casos em 2025 e 21 ocorrências em 2026, registrando queda de 16%
    Furto de veículos – 28 casos em 2025 e 29 ocorrências em 2026, registrando aumento de 3%
    REVEJA OS VÍDEOS DA EPTV:
    Veja mais notícias da região no g1 São Carlos e Araraquara


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    🕒 Publicado em: fevereiro 28, 2026 à14 9:37 pm

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  • Vigilante é encontrado morto em rio de Santana do Araguaia, no Pará

    Corpo de homem é encontrado em rio no Santana do Araguaia O corpo de um vigilante foi encontrado no rio Cristalino, em Santana do Araguaia, no sul do Pará, após…

    Corpo de homem é encontrado em rio no Santana do Araguaia
    O corpo de um vigilante foi encontrado no rio Cristalino, em Santana do Araguaia, no sul do Pará, após três dias de buscas. Welington Conceição Silva estava desaparecido desde 24 de fevereiro.
    O resgate ocorreu em uma área rural conhecida como “Bucha” e contou com equipes do Corpo de Bombeiros Militar do Pará, além das polícias Civil e Militar. Segundo os agentes, a vítima apresentava múltiplas lesões e ausência de uma das pernas, o que levantou suspeita de morte violenta.
    As buscas começaram após o registro de desaparecimento. Durante diligências, policiais militares chegaram a um imóvel próximo ao rio Campo Alegre, na região conhecida como Pau Brasil. No local, foi encontrado o carro da vítima com pertences pessoais.
    De acordo com a polícia, o morador da residência demonstrou nervosismo e apresentou informações contraditórias. Durante buscas no imóvel, foi apreendida uma espingarda artesanal.
    Após nova abordagem, o suspeito indicou a possível participação de outro homem. Os policiais foram até o endereço informado e apreenderam outra arma de fabricação caseira, materiais para recarga e uma motocicleta que pode ter sido utilizada no crime.
    Os dois homens foram detidos. O caso é investigado pela Polícia Civil do Pará, que apura a motivação e a dinâmica do homicídio.
    VÍDEOS: veja todas as notícias do Pará


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    🕒 Publicado em: fevereiro 28, 2026 à45 9:36 pm

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  • Entenda decisão da Justiça que determinou indenização de R$ 5 mil após empregada doméstica trabalhar até 15 horas por dia

    Entenda decisão da Justiça que determinou indenização de R$ 5 mil após empregada doméstica trabalhar até 15 horas por dia

    Empregada doméstica será indenizada após trabalhar 64 horas por semana e ter direito ao descanso e lazer prejudicado TRT-BA Uma empregada doméstica de Salvador ganhou na Justiça o direito a…


    Empregada doméstica será indenizada após trabalhar 64 horas por semana e ter direito ao descanso e lazer prejudicado
    TRT-BA
    Uma empregada doméstica de Salvador ganhou na Justiça o direito a receber R$ 5 mil de indenização por ter trabalhado até 15 horas por dia, em uma jornada considerada excessiva.
    A decisão foi da 4ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho da Bahia (TRT-BA), que entendeu que a rotina prejudicou o direito ao descanso e ao lazer da trabalhadora.
    Além da indenização, o tribunal também determinou o pagamento de horas extras, calculadas com base nos horários reconhecidos pelos desembargadores. Ainda cabe recurso.
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    Entenda abaixo o processo:
    Segundo o processo, a profissional trabalhou na casa da família entre 2017 e 2021. Ela pediu demissão por estar esgotada com a rotina.
    De acordo com o relato, a jornada era de segunda a sexta-feira, das 7h às 22h, com uma hora de intervalo. Ela fazia todos os serviços da casa e também cuidava dos dois filhos do casal. O expediente só terminava depois de servir o jantar do patrão, às 22h.
    Aos fins de semana, a trabalhadora viajava para o interior e retornava na segunda-feira pela manhã, entre 8h e 8h30.
    O caso foi analisado inicialmente pela 25ª Vara do Trabalho de Salvador. A juíza entendeu que não havia trabalho entre 18h, quando as crianças jantavam, e 22h, horário do jantar do patrão.
    Com isso, determinou o pagamento de horas extras além da oitava hora diária ou da 44ª semanal, mas negou o pedido de indenização por danos morais.
    Ao julgar o recurso, a relatora do caso na 4ª Turma, desembargadora Eloína Machado, destacou que é obrigação do empregador doméstico controlar e registrar a jornada de trabalho.
    Para a magistrada, mesmo nos períodos de menor atividade, a empregada continuava à disposição da família, já que precisava permanecer na casa para atender às demandas, como servir o jantar às 22h.
    O tribunal fixou a seguinte jornada:
    Segundas-feiras: das 8h15 às 22h, com uma hora de intervalo;
    De terça a sexta-feira: das 7h às 22h, com uma hora de intervalo;
    Trabalho também em feriados nacionais.
    As horas extras deverão ser calculadas com base nesses horários.
    Sobre a indenização, a relatora apontou que a trabalhadora cumpria, em média, 64 horas por semana, acima das 44 horas previstas na Constituição Federal. Para o colegiado, a rotina reduziu o tempo de descanso, afetou o intervalo entre jornadas e comprometeu as folgas em feriados.
    Os desembargadores entenderam que a carga horária ultrapassou os limites razoáveis e interferiu na vida pessoal da empregada, o que justifica a indenização de R$ 5 mil.
    A decisão sobre o pagamento das horas extras foi unânime. Já a indenização por dano moral teve divergência: a desembargadora Angélica Ferreira votou contra esse ponto, por considerar que a jornada excessiva, por si só, não comprova abalo psicológico.
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    🕒 Publicado em: fevereiro 28, 2026 à05 9:34 am

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  • Pizza com angus defumado em lenha de café une tradição napoletana e potência do churrasco; VEJA

    Pizza com angus defumado em lenha de café une tradição napoletana e potência do churrasco; VEJA

    Pizza com angus defumado em lenha de café por oito horas está disponível em Santos, SP Pizza di Casabona/Divulgação e Reprodução/Instagram Um peito bovino de angus defumado em lenha de…


    Pizza com angus defumado em lenha de café por oito horas está disponível em Santos, SP
    Pizza di Casabona/Divulgação e Reprodução/Instagram
    Um peito bovino de angus defumado em lenha de café por oito horas, servido sobre uma massa de longa fermentação, deu origem a um novo sabor que une a tradição da pizza napoletana ao estilo e personalidade do churrasco.
    A criação, batizada de Bona Nice, leva o nome das duas casas santistas envolvidas no processo: Pizza di Casabona e Dona Nice Steakhouse.
    Além do peito defumado, a pizza leva molho de tomate pelado san marzano, scamorza (queijo) defumada, cebola roxa, rúcula e creme de parmesão. O sabor custa R$ 73 e ficará disponível na pizzaria até domingo (1º), na Rua Machado de Assis, 268, no Boqueirão, das 18h às 22h30.
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    Eduardo Casabona contou ao g1 que criou a receita com os proprietários da Dona Nice, Lucas Cortez e Patrick Cardoso, conhecido como Rufus.
    O trio buscou equilibrar a leveza da massa napoletana com a intensidade do churrasco defumado em lenha de café, técnica que, segundo ele, garante textura macia e sabor amadeirado à carne.
    “É um processo de extrema paciência e técnica”, garantiu Eduardo. “Somado a isso, temos o tempo de maturação da nossa massa (30h), resultando em um produto final que é fruto de muitas horas de dedicação antes mesmo de entrar no forno”, completou.
    Pizza com angus defumado em lenha de café por oito horas está disponível em Santos, SP
    Reprodução/Instagram
    Parceria
    Para Eduardo, a colaboração inaugura uma fase voltada a unir restaurantes e valorizar a gastronomia de Santos. Ele afirmou que o sabor tem sido bem recebido e não descarta novas criações ao lado da steakhouse.
    “O sucesso de crítica sempre nos faz cogitar novas ações ou até uma futura colaboração inédita entre a Dona Nice e a Pizza di Casabona”, finalizou.
    Uma das melhores pizzarias da América Latina
    A Pizza di Casabona foi eleita uma das melhores do mundo pelo 50 Top Pizza 2025, guia internacional atualizado todos os anos e que reúne listas da América Latina, Itália, Europa, Ásia-Pacífico e Estados Unidos. Na edição latino‑americana, a casa apareceu na 37ª posição.
    Culinária #013: Conheça os segredos da pizzaria eleita uma das melhores da América Latina
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  • Homem é condenado após atacar casal de mulheres com ofensas homofóbicas no litoral de SP

    Homem é condenado após atacar casal de mulheres com ofensas homofóbicas no litoral de SP

    Caso ocorreu na Avenida Marechal Floriano Peixoto, no Gonzaga, em Santos (SP). Alexsander Ferraz/A Tribuna Jornal A Justiça de Santos, no litoral de São Paulo, condenou um homem de 39…


    Caso ocorreu na Avenida Marechal Floriano Peixoto, no Gonzaga, em Santos (SP).
    Alexsander Ferraz/A Tribuna Jornal
    A Justiça de Santos, no litoral de São Paulo, condenou um homem de 39 anos a um ano e dois meses de serviços comunitários por ofensas homofóbicas contra um casal de mulheres. Ele também deverá pagar um salário-mínimo para cada vítima.
    Segundo o processo, o homem abordou o casal enquanto elas caminhavam de mãos dadas e disse frases como “Se eu te pegar, você vira mulher”, iniciando uma série de agressões verbais.
    A defesa afirma que o réu é portador de esquizofrenia e, no momento dos fatos, estava sob efeito de ingestão de bebida alcoólica (leia o posicionamento completo abaixo).
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    O caso ocorreu em junho de 2022, na Avenida Marechal Floriano Peixoto, no bairro Gonzaga. De acordo com o relato das mulheres, o homem teria segurado o braço de uma delas antes de iniciar as ofensas.
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    As vítimas relatam que conseguiram se soltar, mas o homem continuou com os insultos e se tornou mais hostil. Consta no processo que ele as chamou de “lixo”, “sapatona” e “vagabunda”, além de afirmar: “Tenho nojo de vocês”; “Vocês vão para o inferno”; “Vocês não vão para o céu, lésbicas”; “Vocês não são de Deus. São do demônio”.
    Assustadas, as mulheres correram para um shopping próximo para pedir ajuda. O homem foi contido pela Guarda Civil Municipal (GCM).
    No auto de prisão em flagrante, ele permaneceu em silêncio. Já em juízo, afirmou não se lembrar do ocorrido. Duas testemunhas confirmaram a abordagem e prestaram depoimento à Justiça.
    Justiça
    A denúncia do Ministério Público apontou que as expressões usadas configuram injúria racial com motivação homofóbica. A 1ª Vara Criminal rejeitou o pedido, entendendo que o caso configuraria apenas homofobia, crime que exigiria ação penal privada movida pelas vítimas.
    O MP recorreu, e o recurso foi aceito com base no entendimento do Supremo Tribunal Federal (STF), que equipara atos de homofobia e transfobia ao crime de injúria racial, permitindo que a ação seja de natureza pública.
    Com isso, o caso voltou a tramitar. A condenação, de um ano e dois meses de prisão em regime inicial aberto, foi aplicada pelo juiz da 5ª Vara Criminal do Foro de Santos e publicada neste mês.
    A pena privativa de liberdade foi substituída por prestação de serviços à comunidade e pagamento de dois salários-mínimos, sendo um para cada vítima.
    A substituição foi autorizada porque o homem atende aos requisitos do artigo 44 do Código Penal, que permite trocar penas de prisão por alternativas quando o réu preenche critérios como bons antecedentes, conduta social adequada, personalidade favorável e baixa culpabilidade na avaliação judicial.
    Defesa
    Ao g1, o advogado Bruno Hoshino informou que o réu respeita a decisão do Judiciário e está cumprindo as determinações impostas.
    “Esclarece, contudo, que ele é portador de esquizofrenia, transtorno psiquiátrico grave, e realiza acompanhamento médico especializado. Na data dos fatos, encontrava-se sob efeito de ingestão de bebida alcoólica, circunstância que, associada à sua condição clínica, comprometeu sua capacidade de discernimento naquele momento específico”.
    A defesa afirma ainda que o réu está arrependido pelo episódio e nunca teve intenção de discriminar, ofender ou promover qualquer forma de preconceito.
    Segundo o advogado, ele está intensificando o tratamento médico e adotando medidas para garantir estabilidade clínica.
    “A defesa reforça que a presente manifestação não tem por objetivo relativizar a conduta, mas oferecer esclarecimento técnico acerca do fato ocorrido, evitando interpretações distorcidas e reafirmando o compromisso com o respeito à dignidade humana”.
    vídeo: o que ouvem as vítimas de homofobia
    Editoria de arte/G1
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  • Suspeito de chefiar quadrilha no litoral de SP se apresentava como pastor de igreja

    Suspeito de chefiar quadrilha no litoral de SP se apresentava como pastor de igreja

    Alex Tomaz Campos, de 38 anos, é suspeito de chefiar quadrilha que assaltou presidente do STJ da Bolívia em Guarujá, SP Reprodução Alex Tomaz Campos, preso suspeito de chefiar uma…


    Alex Tomaz Campos, de 38 anos, é suspeito de chefiar quadrilha que assaltou presidente do STJ da Bolívia em Guarujá, SP
    Reprodução
    Alex Tomaz Campos, preso suspeito de chefiar uma quadrilha que assaltava moradores em frente às residências, segundo a Polícia Civil, pregava como pastor em uma igreja de Guarujá, no litoral de São Paulo.
    Ainda de acordo com a corporação, ele é apontado como participante do assalto a Romer Saucedo Gómez, presidente do Supremo Tribunal de Justiça (STJ) da Bolívia, em dezembro de 2025.
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    Alex foi preso com outros dois suspeitos na quarta-feira (25) durante investigação da Delegacia Sede de Guarujá, que apurou assaltos com o mesmo modus operandi. Eles foram detidos após perseguição, e armas foram apreendidas, conforme a Polícia Civil.
    De acordo com a Polícia Civil, Alex é apontado como peça central dos crimes, responsável por recrutar e selecionar integrantes. Ele conduzia o grupo ao ponto escolhido com um carro; as vítimas eram abordadas, em geral, em áreas residenciais. Também seria responsável pela logística e pela fuga, segundo a investigação.
    Aos agentes, ele afirmou ser motorista de aplicativo e se apresentou como líder religioso. Nas redes sociais, há imagens de pregações em igrejas do município e, na biografia de um perfil, a frase “Jesus é o caminho”.
    Alex Tomaz Campos, de 38 anos, é suspeito de chefiar quadrilha que assaltou presidente do STJ da Bolívia em Guarujá, SP
    Reprodução
    Presidente do STJ
    Ainda conforme a Polícia Civil, a quadrilha apontada como chefiada por Alex seria responsável pelo assalto a Romer Saucedo Gómez, em frente a um hotel na Rua Leonor da Silva Quadros, no Jardim Centenário, em 6 de dezembro de 2025.
    Alex e outros dois suspeitos foram ao local e anunciaram o assalto. Foram levados um relógio de pulso, dois celulares, a chave de um veículo e uma quantia em dinheiro do presidente, além de pertences da família e de outras pessoas que estavam no ponto, segundo a Polícia Civil.
    Vídeo mostra assalto que Presidente do TSJ da Bolívia sofreu com a família em Guarujá
    A Prefeitura de Guarujá informou que não foi comunicada sobre a estadia de Gómez, “o que demonstra que ele não esteve na cidade em visita oficial, e sim em viagem de lazer”. Semanas após o crime, um dos suspeitos foi preso.
    Jeferson Brandão dos Santos, de 22 anos, foi preso durante o cumprimento de mandado de prisão temporária e de busca e apreensão em sua casa, no bairro Cachoeira. Segundo a Polícia Civil, ele confessou participação no crime. Um outro investigado segue foragido.
    Quadrilha presa
    Guilherme Vinicius Santos (à esq.), Alex Tomaz Campos (ao centro) e Luis Felipe Pereira (à dir.) foram presos suspeitos de integrarem quadrilha responsável por assaltos em Guarujá (SP)
    Reprodução
    Além de Alex, a polícia prendeu Luís Felipe Pereira e Guilherme Vinicius Santos, de 20 e 28 anos, respectivamente, por suspeita de integrarem a quadrilha de assalto a residências. Armas e celulares foram apreendidos com eles.
    Uma vítima reconheceu Alex como um dos participantes em um dos casos. O crime foi registrado por imagens de monitoramento. Em uma ocorrência, uma das vítimas reagiu e perseguiu os criminosos, que conseguiram fugir (veja abaixo).
    Polícia prende quadrilha responsável por assaltos em residências em Guarujá, SP
    Investigação
    Os investigadores foram à casa da mãe de Alex e encontraram o carro apontado como utilizado no crime. Os agentes aguardaram até o momento em que ele entrou no veículo e seguiu para uma comunidade, conforme o boletim de ocorrência.
    Ainda de acordo com o BO, outros suspeitos entraram no carro. Ao tentar a abordagem, os policiais relataram que os criminosos aceleraram e fugiram. Um deles pulou do veículo em movimento para fugir a pé e apontou uma pistola para os agentes.
    Um caminhão colidiu com o carro. Alex e Guilherme Vinicius Santos, de 28 anos, foram detidos no veículo. Luís Felipe Pereira, que tentou fugir e, segundo o BO, apontou a arma aos agentes, também foi detido depois.
    Segundo a Polícia Civil, um quarto suspeito conseguiu escapar e é procurado. Ainda conforme a corporação, entre os detidos, Guilherme era procurado por tráfico de drogas e Alex por roubo.
    Os suspeitos foram levados à Delegacia de Guarujá, onde o caso foi registrado como associação criminosa, porte ilegal de arma de fogo e posse ilegal de arma de fogo (uma segunda arma foi encontrada no carro), segundo a Polícia Civil.
    Veículo e armas utilizados nos crimes foram apreendidos em Guarujá, SP
    Polícia Civil
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    🕒 Publicado em: fevereiro 28, 2026 à08 9:12 am

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  • Rio Preto confirma primeiro caso de Mpox em 2026, diz prefeitura

    Rio Preto confirma primeiro caso de Mpox em 2026, diz prefeitura

    Mpox é uma doença viral da mesma família da varíola Reprodução A Prefeitura de São José do Rio Preto (SP), por meio da Secretaria Municipal de Saúde, confirmou nesta sexta-feira…


    Mpox é uma doença viral da mesma família da varíola
    Reprodução
    A Prefeitura de São José do Rio Preto (SP), por meio da Secretaria Municipal de Saúde, confirmou nesta sexta-feira (27) o primeiro caso de Mpox na cidade em 2026.
    O paciente é um homem, com idade entre 30 e 39 anos, residente em Rio Preto. O início dos sintomas ocorreu em 18 de fevereiro, com resultado detectável para a doença confirmado em 27 de fevereiro. Não há informações sobre o estado de saúde do paciente.
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    O que é Mpox?
    A Mpox é uma doença viral transmitida principalmente por contato direto com lesões de pele, fluidos corporais ou objetos contaminados, além de contato físico próximo e prolongado.
    Os sintomas mais comuns são febre, dores no corpo, aumento dos linfonodos e lesões cutâneas. A transmissão ocorre enquanto houver lesões ativas, até a cicatrização completa.
    Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), trata-se de uma doença da mesma família da varíola, erradicada em 1980, embora seja mais rara e geralmente mais leve.
    Existem duas principais cepas conhecidas, nomeadas como Clado 1 e Clado 2, desde o fim de 2022, quando a doença passou a ser chamada de Mpox em vez de “varíola dos macacos”.
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    🕒 Publicado em: fevereiro 27, 2026 à57 8:57 pm

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